domingo, 30 de maio de 2010

OBA, NOVIDADES!!!



Numa pesquisa na web encontrei as possibilidades de usar as TICs nas disciplinas e descobri que até em educação física é possível usar o computador. Postarei no blog dois exemplos de como usar as TICs nas disciplinas, onde pude observar que é possível e muito interessante tanto para o aluno tanto para o professor essa nova experiência dentro da educação , onde é feito novas descobertas; e os portadores de deficiência visual e auditivas também estão e podem utilizar das novas tecnologias, essa notícia eu retirei da revista Nova Escola.
Colocarei alguns trechos das reportagens que são mais interessantes, e se você quiser mais detalhes é só buscar o site da revista Nova Escola. E depois comente. Eu vou deixar o meu comentário e você também deixe o seu.
Apresentarei em especial como usar as tecnologias na Geografia e em Artes , onde duas escolas fizeram os alunos produzir , vivenciar experiências novas, e mudar até mesmo uma visão que era considerada como absoluta, tendo uma visão crítica e reflexiva sobre o assunto abordado.
VAMOS LÁ!!!!!!!

RIO DE JANEIRO

ARTES

No Laboratório de Informática, Regina organizou uma sessão de cinema — uma projeção com datashow de um arquivo de vídeo digitalizado — da fita A Cura, de Charles Chaplin (ao lado). "Selecionamos esse filme para mostrar a estética do curta-metragem e do cinema mudo", conta Regina. Após a exibição, todos discutiram as características do que viram. Em seguida as professoras apresentaram um curta-metragem produzido por elas no computador e expuseram ao grupo a idéia do projeto: a produção de filmes em dupla.Autonomia com o microAs fotos vistas na primeira etapa foram arquivadas nos computadores. Cada dupla escolheu uma como cenário da animação. Para operar os micros, Regina criou roteiros explicativos. "Nossa intenção foi estimular a autonomia. Por isso eu apenas orientava o trabalho, passando de dupla em dupla", comenta. Quando alguém tinha dificuldade, Regina pedia, antes de resolver o problema, que tentasse seguir o roteiro.Hora de criar o enredoCriadas e avaliadas as histórias, Mônica e Regina levantaram com cada dupla como transformar o que foi escrito em linguagem audiovisual. "Observamos a pertinência das idéias e a lógica dos acontecimentos e a organização textual", explica Mônica. As histórias não podiam ser muito longas e precisavam ter começo, meio e fim. Além disso, a animação dos personagens e das situações descritas tinha que combinar com a imagem escolhida como fundo.Como produzir o roteiroAntes de passar à fase de produção no computador, Mônica e Regina distribuíram à classe planilhas com quadros em branco acompanhados de pautas de texto, para que fosse produzido um roteiro da animação, o chamado storyboard. Neles os alunos fizeram croquis de cada imagem a ser montada no computador, descrevendo ao lado o trecho da narração a que se referia. Também bolaram textos explicativos típicos do cinema mudo. "Nessa etapa, os estudantes conseguiram identificar situações impossíveis de animar e problemas de continuidade", relata Mônica.A aplicação dos softwares de animaçãoFeitos e revisados os storyboards, Regina apresentou os programas PowerPoint e Kidpix. Sempre seguindo roteiros preparados pela professora, no primeiro software os estudantes produziram os slides da apresentação, digitaram os textos de continuidade e animaram as situações. No segundo, criaram os personagens, reproduzindo-os nas diversas posições que cada história solicitava. "As crianças descobriram como usar comandos típicos da computação, como abrir, importar e salvar arquivos, selecionar figuras e utilizar teclas de atalho, como o Alt-Tab, para navegar entre os programas", relata Regina.










GEOGRAFIA

O correio eletrônico leva o planeta para dentro da classe e torna a Geografia mais interessante
Marcos Vita, de São Carlos (SP)
Você já foi às Ilhas Maldivas? Visitou o Chade? Alguma vez pensou em dar um pulinho em Bornéu? Esse roteiro, exótico, nunca havia passado pela cabeça dos alunos da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Oca dos Curumins, em São Carlos, a 236 quilômetros de São Paulo. Em apenas dois meses, porém, eles conheceram um pouquinho desses países, além de outras 139 nações e possessões espalhadas pelos cinco continentes. Tudo sem sair da sala de aula. Como? Graças a uma atividade diferente de Geografia que usou o e-mail como ferramenta principal. O trabalho, chamado Até Onde Chegaremos pela Internet, foi feito por 19 crianças da 4a série. O objetivo era saber o alcance de uma mensagem eletrônica num intervalo de 60 dias, entre os meses de março e maio. Para começar, 25 e-mails foram mandados para conhecidos no estado de São Paulo. Na carta, escrita em português e inglês, os alunos apresentavam a iniciativa, sugerindo que a mensagem fosse encaminhada a outros destinatários com uma cópia para a escola, mencionando a cidade de onde estava escrevendo.

GEOGRAFIATema: Internet e globalização Objetivo: Descobrir o poder de comunicação da internet, entrar em contato com a realidade de outros países e desenvolver noções de globalização Como chegar lá: Prepare uma mensagem com os alunos para ser distribuída por e-mail. Ela deve ser uma apresentação da atividade desenvolvida. Envie uma primeira remessa limitada de correspondências pedindo que os destinatários repassem para seus conhecidos com uma cópia para a escola, destacando o lugar de onde a pessoa está escrevendo. Com base nesses dados, peça que os alunos identifiquem as localidades num mapa e fale sobre cada uma delas, à medida que a curiosidade surgir Dica: Discuta as idéias com a turma antes de começar o trabalho. Envolva a garotada em todas as etapas. Tente organizar o projeto com colegas de outras disciplinas
O sucesso da iniciativa se traduz em números: uma avalanche de 103987 mensagens dos quatro cantos do planeta encheu a caixa de entrada da escola. "Boa parte dos destinatários mandou, além da confirmação de recebimento, fotos de sua região e informações sobre o país", conta a professora Sueli Esperança Triques, que desenvolveu o trabalho. O projeto atraiu o interesse geral. As crianças liam as respostas à medida que chegavam, identificando a origem e representando a localização dos respondentes com alfinetes coloridos no mapa-múndi pendurado no mural. "Eles traziam dúvidas para a sala e transformavam as aulas num interessante bate-papo sobre a globalização e o mundo atual", destaca Sueli. Outros professores Mais: as mensagens serviram como matéria-prima para um site e para as aulas de Matemática, História e Inglês. Na primeira disciplina, os alunos tabularam os números, conheceram o valor das diferentes moedas e resolveram questões de probabilidade. Conceitos históricos entraram para contextualizar eventos ocorridos em cada um dos países estudados e também algumas de suas tradições mais importantes. Já a língua estrangeira entrou em cena para traduzir as mensagens. Além de aprender tantas coisas, a garotada se sentia valorizada. "Mesmo vivendo num ambiente de guerra, um afegão arranjou tempo para nos enviar um e-mail", destaca Tales Eduardo Saia, de 9 anos. Chegaram ainda mensagens de lugares inóspitos, como a Antártida, e de pessoas importantes, como três senadores norte-americanos. Para não sobrecarregar a caixa de entrada da escola, Ken Ozaki, japonês da cidade de Saitama, recorreu à tradição: enviou uma carta à Oca pelo correio comum. Jogo de comparações Você pode fazer algo semelhante com seus alunos. "A Geografia viabiliza comparações e a correspondência eletrônica facilita isso. Por meio dele, professor e alunos podem comparar vários aspectos de sua região com os de outros países, como agricultura, urbanização, efeitos de mudanças climáticas – um mundo inteiro de informações", afirma o professor Celso Antunes, diretor do colégio Sant´Anna Global e autor de livros didáticos. Com iniciativa e criatividade, a internet é mesmo um mundo de possibilidades em suas mãos. "No momento em que o educador tem autonomia, a rede lhe dá asas. Ele deve se apropriar dessa tecnologia e incorporá-la em aula", completa Nelson Pretto, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia.




INTERESSANTE !!!!
COMENTÁRIO
VOU FALAR!!!!
Nossa realidade pode não ser igual a essa por enquanto, mas podemos fazer a nossa parte, para que as escolas tenham não somente professores com habilidades, e vontade de fazer diferente e bem, com interesse de fazer o novo acontecer,mas de ter a comunidade como parceira na luta por mudanças buscando o apoio das autoridades que também são responsáveis pela educação, para que haja estrutura adequada para todos , computadores, espaço físico,capacitação para os professores e projetos que tragam significado para o aluno e qualidade para a educação escolar, promovendo a formação integral do aluno.Nos dias de hoje a maioria das crianças e alunos tem a tecnologia nas mãos e faz uso delas, porque as mesmas estão ao seu alcance, seja na escola ou fora dela.